quarta-feira, 21 de setembro de 2011

De 21/09 a 23/09/2011 em São Paulo/SP
Esta semana não haverá post, na próxima escrevo alguma novidade do Congresso.

domingo, 18 de setembro de 2011

Antioxidantes, vitaminas e dietas

   Há evidências científicas que mostram que a dieta rica em frutas e vegetais pode proteger contra uma séria de donças. Entre os principais mecanismos de ação dos vegetais e frutas na prevenção e tratamento de doenças podemos citar atividade antioxidante, estimulação do sistema imune, diminuição do colesterol e pressão arterial, atividade antibacteriana e antiviral.
   Apesar do crescente uso de suplementos vitamínicos, auxiliado pela noção geral e equivocada de que vitaminas são substâncias inofensivas, mesmo em altas doses, não há evidências científicas consistentes que possam embasar a prescrição de algumas vitaminas tanto na prevenção quanto no tratamento de certas doenças.
   As dietas ocidentais apresentam um padrão caracterizado pelo excesso de açúcares simples, gorduras e álcool, além de serem deficientes em nutrientes essenciais como zinco, selênio, vitaminas antioxidantes E, C, A e vitaminas do complexo B, provocando desequilíbrios em função imune, infecções crônicas, obesidade, aterosclerose, alergias e câncer.
   Em contraponto às dietas ocidentais, temos a Dieta Mediterrânea, com caracte´risticas comuns entre alguns diferentes países, como a presneça de antioxidantes em uma boa quantidade, maior consumo de frutas e vegetais, castanhas e cereais, azeite e azeitonas, menos leite e mais queijo, mais peixes e menos carnes vermelhas e quantidade moderada de vinho. Este padrão alimentar significa oferta de vitaminas antioxidantes (C, E), selênio, glutationa, ácidos graxos essenciais, fibras, substâncias antioxidantes como o resveratrol do vinho e os polifenóis do azeite de oliva.
   Em adultos que se alimentam com no mínimo 5 porções de frutas e vegetais durante o dia pode haver menor risco de infarto em 31% dos casos,  em 80% de Diabetes Melitus e em alguns tipos de câncer, como o de mama, estômago, pulmão e intestino, também há diminuição do risco.
   Até o presente momento, fica a recomendação de uma dieta rica e variada, proporcionando o maior consumo de antioxidantes na sua forma natural, como frutas e verduras.

domingo, 11 de setembro de 2011

Dicas para bons hábitos alimentares

1. Uma alimentação equilibrada passa antes pela prática da moderação;
2.O mesmo se aplica para atividade física. Pratique um pouco todos os dias ou pelo menos 3x/semana;
3.Examine os seus hábitos alimentares para detectar os pontos fracos e abandona-los;
4.Controle o apetite e evite "ataques" à geladeira. Mantenha os alimentos pouco calóricos e abandone os maus hábitos progressivamente;
5.Estabeleça uma meta racional de perda de peso. Não é preciso exagerar buscando ter a magreza de uma modelo;
6. Não aceite sugestões para comer alimentos calóricos. Mantenha-se firme em seu objetivo de conquistar hábitos saudáveis;
7.Em finais de semana ou ocasiões especiais, como festas e restaurantes, procure as opções saudáveis do cardápio. Tente sempre fazer as boas escolhas;
8. Procure conhecer novos alimentos e combinações. Você descobrirá uma infinidade de pratos saborosos e nutritivos.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Doença Celíaca = Intolerância ao Glúten

A doença celíaca ou intolerância ao glúten é uma doença relativamente frequente, provocada por uma sensibilidade ao glúten, uma proteína que se encontra no trigo e no centeio e, em menor grau, na cevada e na aveia. Na doença celíaca, parte da molécula do glúten combina-se com anticorpos no intestino delgado, fazendo com que a mucosa intestinal, que normalmente tem uma forma de escova, se achate (figura abaixo). A superfície lisa resultante é muito menos capaz de digerir e de absorver nutrientes. Quando os alimentos que contêm glúten são eliminados, a superfície em forma de escova normalmente reaparece e a função intestinal volta a normalizar-se.

  A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O quadro clínico da doença se manifesta com e sem sintomas. No primeiro caso, há duas formas:

1)A CLÁSSICA: É freqüente na faixa pediátrica, surgindo entre o primeiro e terceiro ano de vida, ao introduzirmos alimentação à base de papinha de pão, sopinhas de macarrão e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos. Caracteriza-se pela diarréia crônica, desnutrição com déficit do crescimento, anemia ferropriva não curável, emagrecimento e falta de apetite, distensão abdominal (barriga inchada), vômitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, desnutrição aguda que podem levar o paciente à morte na falta de diagnóstico e tratamento.

2) NÃO CLÁSSICA : Apresenta manifestações monossintomáticas, e as alterações gastrintestinais não chamam tanto a atenção. Pode ser por exemplo, anemia resistente a ferroterapia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, prisão de ventre, constipação intestinal crônica, manchas e alteração do esmalte dental, esterilidade e osteoporose antes da menopausa.

3) ASSINTOMATICA:  sem sintomas. São realizados nestes casos, exames (marcadores sorológicos) em familiares de primeiro grau do celíaco, que têm mais chances de apresentar a doença (10%). Se não tratada a doença, podem surgir complicações como o câncer do intestino, anemia, osteoporose, abortos de repetição e esterilidade.

   O tratamento da doença consiste em uma dieta totalmente isenta de glúten. Os portadores da doença não podem ingerir alimentos como: pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, whisky, vodka, ou alimentos que possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação. Devido a exclusão total de alguns alimentos ricos em carboidratos e fibras, a dieta do Celíaco habitualmente é composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, óleos, etc) e proteínas (carne em geral) e em menor parte de carboidratos (massas sem glúten, açúcares, etc). Por isso o celíaco tende a ter um aumento do peso corporal, e desta forma deve ter uma dieta equilibrada. Para tanto, deve diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimentação mais adequada e saudável.
Para maiores informações, acesse :http://www.acelbra.org.br/ - Associação dos Celíacos do Brasil



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

VOCÊ DEVE SABER

    A partir de hoje, vou colocar também algumas informações "pinceladas", dicas, sugestões, curiosidades que todas as pessoas deveriam saber. Como são pequenas, não dariam um post, então vou agrupando neste título e de tempos em tempos coloco um post único. Vamos lá:
1) Sedentarismo é não acumular no mínimo 30 min de atividade física quase todos os dias da semana;
2) O indivíduo sedentário utiliza mais carboidratos do que gordura nos seus esforços eventuais;
3) O exercício em jejum gasta os depósitos de glicogênio (e não gordura!) e aumenta o risco de hipoglicemia, com náuseas, tonturas, cefaléia e mal-estar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Nutrientes e exercícios

    A atividade física tem sido definida como "algum movimento do corpo produzido pela musculatura que resulta em gasto de energia". Como já dito nos posts anteriores, para a promoção de saúde e prevenção de doenças, é recomendável que as pessoas acumulem 30 min ou mais de atividade física moderada preferencialmente todos os dias da semana. A simples atividade física regular tem efeito protetor sobre a doença cardíaca, a pressão alta, o diabetes tipo 2, a osteoporose, o câncer de intestino, a ansiedade e a depressão.
   À medida que o grau de atividade física vai aumentando em volume ou intensidade, os nutrientes passam a ser mais solicitados, ora regenerando o tecido muscular, ora servindo como reserva energética. Nenhum recurso para performance física é capaz de substituir o plano alimentar e o treinamento adequados. As diferenças no desempenho físico também podem ser atribuídas à bagagem genética do desportista.
   A gordura e o carboidrato são as maiores fontes de energia no músculo esquelético durante os exercícios em indivíduos bem alimentados.
   O músculo esquelético compreende cerca de 55% da massa corporal do indivíduo, desempanhando papel vital na locomoção, no metabolismo e na produção de calor durante estresse pelo frio.A célula muscular simples é denominada fibra muscular, que pode ser dividida em fibras de contração lenta ou oxidativas (aeróbias) ou fibras de contração rápida ou glicolíticas (anaeróbias). As fibras lentas consomem mais ácidos graxos e glicogênio, enquanto as rápidas mais glicogênio e fosfocreatina.
   A renovação proteica-muscular depende da idade e da dieta. O acréscimo absoluto de massa muscular ocorre quando a taxa de síntese proteica do músculo é maior que a taxa de degradação. Estudos evidenciam que a síntese proteica muscular aumenta de 30-100 % em resposta à alimentação e os aminoácidos essenciais podem estimular diretamente essa síntese através dos componentes intracelulares de maneira dose-dependente.
  

  

sábado, 13 de agosto de 2011

Entrevista: A prevenção de doenças pela alimentação.

No PROGRAMA DIVERSIDADE (Ulbra TV - canal 21 da net e 48 do UHF) no dia 9/08/2011, conversamos sobre a importância de uma boa alimentação, a nova "distribuição" alimentar no prato e a prevenção de doenças através dos alimentos. Segue abaixo o link.


                       A prevenção de doenças pela alimentação